Este ano conseguimos que a nossa princesa colocasse os pés na areia e andasse sem medo, nem coceguices. Pois ela dizia o seguinte:
- A menina não põe os pés na areia. A areia suja a menina!
E era um tormento para nós, alombar com este peso às costas.
Foi giro e acabou por ser uma iniciativa dela. Depois de muito discurso, de dizer que era fixe andar na areia, de dizer que os papás andavam na areia, de mostrar meninos a andar e brincar na dita cuja, ela acabou por pedir para pôr os pés na areia. E pronto, nunca mais ninguém a viu. Agora é só correr atrás dela.
Outro objectivo alcançado foi ela deixar de ter medo do mar pois quando se aproximava entrava em pânico e era um choradeira tremenda, nem nós podíamos ir que ela chorava também por nós. Enfim, punha-me os nervos em franja. Conseguimos isso, na fantástica praia de Odeceixe, em que o mar se mistura com o rio e cria uma doce lagoa. Devagarinho, pé ante pé, lá se foi molhando e quando fui ter com ela e disse:
- Está fria a água!
Ao qual ela me respondeu:
- Não está não, mamã! Tá boa, muito boa, mamã! É tão bom a praia, é tão bom o mar!
E pronto foi assim que ela perdeu o medo. Agora, assim que chegamos a praia não nos larga enquanto não formos ao mar molhar os pés.
Deliciei-me com estes avanços! Mas agora é cá uma trabalheira! Aí, se é! Mil olhinhos não chegam!!!
Este blog surge de uma necessidade gritante de desabafar com o "mundo" sobre os mais diversos assuntos do dia-a-dia, no contexto actual em que vivemos...
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
O que mais detestei nas férias
Detestei estar na praia rodeada de beatas enterradas na areia. Não tenho nada contra os fumadores mas por favor sejam limpos e respeitem o outro. Não há pachorra para tanta porcaria!
Detestei ver aquelas belas paisagens da Costa Vicentina, aquelas encostas com lixo por ali abaixo. Que falta de civismo! Sinceramente, poluírem o que de mais belo existe, para mim é um verdadeiro crime.
Realmente, estamos mesmo muito mal nesta parte. A grande maioria dos portugueses não sabe respeitar aquilo que lhe é dado de mão beijada. Como é que é possível existir ainda tanta incultura no nosso país. Temos de preservar o que é nosso e respeitar o outro!
Desculpem o desabafo mas isto estava-me aqui entalado! Quem diz estes exemplos, diz outros! Isto é apenas uma ínfima parte!
Detestei ver aquelas belas paisagens da Costa Vicentina, aquelas encostas com lixo por ali abaixo. Que falta de civismo! Sinceramente, poluírem o que de mais belo existe, para mim é um verdadeiro crime.
Realmente, estamos mesmo muito mal nesta parte. A grande maioria dos portugueses não sabe respeitar aquilo que lhe é dado de mão beijada. Como é que é possível existir ainda tanta incultura no nosso país. Temos de preservar o que é nosso e respeitar o outro!
Desculpem o desabafo mas isto estava-me aqui entalado! Quem diz estes exemplos, diz outros! Isto é apenas uma ínfima parte!
Pormenores da Vila de Odeceixe
Deixo por aqui algumas fotos desta simpática vila...
O Moinho vem lá no alto, imponente, característico desta vila.
Uma casinha típica com este belo painel em azulejo.
Pormenores do painel em azulejo.
Rua do Moinho onde está a nascer um empreendimento chamado Casas do Moinho. Dá-me a ideia que quando morrem as pessoas, estes investidores compram as casas e restauram-nas para depois as transformarem em casas de férias, uma espécie de mini-hotel. Pelo que vi têm óptimo aspecto. Não me parece é acessível a qualquer carteira!
Diferentes paisagens da vila e através da vila
As fotos que vêem acima é a chamada travessa do Outão, carinhosamente enfeitada por uma velhota da vila aquando das noivas de Santo António. Tenho pena de não me lembrar do nome da senhora!
Ruas de Odeceixe que vão dar a esta praceta, onde à noite tudo se encontra e decorre animação de rua, com uns barzitos à mistura. Tudo pequeno, próximo e acolhedor. Ideal para passar férias em família ou com amigos.
Uma desvantagem (ou talvez não) é que esta terríola é composta por um sobe e desce danado! Subir estas ruas com um carrinho de bebé não era para qualquer um! Ou de bicicleta também era um teste à nossa resistência. Pelo menos dava a sensação que estávamos a exercitar o corpo!
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